https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/issue/feed Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social 2024-05-06T22:48:23+00:00 Equipa Editorial da Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social rpics@ismt.pt Open Journal Systems <p>A <strong>Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social | Portuguese Journal of Behavioral and Social Research</strong> [RPICS|PJBSR] é uma revista multidisciplinar com revisão por pares publicada semestralmente pelo Departamento de Investigação &amp; Desenvolvimento do Instituto Superior Miguel Torga.</p> <p>A <strong>RPICS</strong>|<strong>PJBSR</strong> tem como por missão proporcionar uma plataforma para a divulgação de pesquisas originais e de qualidade, promover o avanço do conhecimento nas Ciências Comportamentais e Sociais e dar voz a novos investigadores. Com a nossa política de <a href="https://www.coalition-s.org/action-plan-for-diamond-open-access/" target="_blank" rel="noopener">Acesso Aberto em via Diamante</a>, facilitamos a participação de novos investigadores de todo o mundo e incentivamos jovens talentos a emergirem no domínio da investigação. Acreditamos firmemente na importância de eliminar barreiras financeiras à publicação e de promover a partilha e a colaboração no campo científico e académico.</p> <p>A <strong>RPICS</strong>|<strong>PJBSR</strong> é de leitura relevante para psicólogos, assistentes sociais, sociólogos e todos os profissionais com interesse em investigação comportamental e social. </p> <p>Todo o conteúdo está disponível on-line e é de <a href="https://www.coalition-s.org/action-plan-for-diamond-open-access/" target="_blank" rel="noopener">Acesso Aberto via Diamante</a>, significando que todo o conteúdo é disponibilizado gratuitamente sem encargos para os seus leitores, autores ou instituições. Os utilizadores estão autorizados a ler, descarregar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar, ou criar ligações para os textos completos dos artigos, ou utilizá-los para qualquer outro propósito legal, sem pedir permissão prévia ao editor ou ao autor. Isto está de acordo com a definição da BOAI de acesso aberto.</p> <p> A edição é da responsabilidade do Departamento de Investigação &amp; Desenvolvimento do Instituto Superior Miguel Torga</p> <p> </p> <p><strong>Diretora</strong>: <a href="https://www.cienciavitae.pt/portal/E41F-4665-121B" target="_blank" rel="noopener">Helena Espírito Santo</a></p> <p><strong>Editora-chefe</strong>: <a href="https://www.cienciavitae.pt/portal/9E1F-93C9-E6D6" target="_blank" rel="noopener">Fernanda Daniel</a></p> <p>Coimbra, Portugal </p> <p><strong>ISSN online</strong>: <a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2183-4938">2183-4938</a></p> <p><strong>Registo ERC</strong>: 127472 de 17/12/2020</p> <p><strong>INDEXAÇÃO, DIRETÓRIOS e REPOSITÓRIOS</strong>: <a href="https://search.crossref.org/?q=%22Revista+Portuguesa+de+Investiga%C3%A7%C3%A3o+Comportamental+e+Social%22&amp;publication=Revista+Portuguesa+de+Investiga%C3%A7%C3%A3o+Comportamental+e+Social" target="_blank" rel="noopener">CrossRef</a> | <a href="https://www.base-search.net/Search/Results?lookfor=https%3A%2F%2Frpics.ismt.pt%2Findex.php%2FISMT%2Findex&amp;type=all&amp;l=en&amp;oaboost=1&amp;refid=dchisen" target="_blank" rel="noopener">BASE</a> | <a href="https://clasificacioncirc.es/ficha_revista?id=50236" target="_blank" rel="noopener">CIRC</a> | <a href="https://core.ac.uk/search?q=repositories.id:(15268)" target="_blank" rel="noopener">CORE</a> | <a href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/revista?codigo=24886" target="_blank" rel="noopener">Dialnet</a> | <a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2183-4938" target="_blank" rel="noopener">ROAD</a> | <a href="https://doaj.org/search?source=%7B%22query%22:%7B%22filtered%22:%7B%22filter%22:%7B%22bool%22:%7B%22must%22:%5B%7B%22term%22:%7B%22_type%22:%22journal%22%7D%7D%5D%7D%7D,%22query%22:%7B%22query_string%22:%7B%22query%22:%22Revista%20Portuguesa%20de%20Investiga%C3%A7%C3%A3o%20Comportamental%20e%20Social%22,%22default_operator%22:%22AND%22%7D%7D%7D%7D,%22from%22:0,%22size%22:10%7D" target="_blank" rel="noopener">DOAJ</a> | <a href="http://mjl.clarivate.com/cgi-bin/jrnlst/jlresults.cgi?PC=MASTER&amp;ISSN=2183-4938" target="_blank" rel="noopener">ESCI</a> da Web of Science 0,2 (2022) e 0,3 (5 anos) Impact Factor, Q3 Impact factor; 0,14 (2022) JCI | <a href="https://dbh.nsd.uib.no/publiseringskanaler/erihplus/periodical/info?id=499097" target="_blank" rel="noopener">ERIH PLUS</a>, | <a href="https://journals.indexcopernicus.com/search/details?id=50313&amp;lang=en" target="_blank" rel="noopener">ICI</a> | <a href="http://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=24355" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a> | <a href="http://oaji.net/journal-detail.html?number=7773" target="_blank" rel="noopener">OAJI</a> | <a href="https://scholar.google.pt/citations?user=DwZdr_kAAAAJ&amp;hl=pt-PT&amp;authuser=1" target="_blank" rel="noopener">Google Scholar</a> | <a href="https://www.apa.org/pubs/databases/psycinfo/coverage#R" target="_blank" rel="noopener">PsycInfo</a> | <a href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf" target="_blank" rel="noopener">Qualis/Capes B 1</a> | <a href="https://www.rcaap.pt/directory.jsp" target="_blank" rel="noopener">RCAAP</a> | <a href="https://redib.org/Serials/Record/oai_revista3999-revista-portuguesa-de-investiga%C3%A7%C3%A3o-comportamental-e-social" target="_blank" rel="noopener">REDIB</a> | <a href="https://www.researchgate.net/journal/2183-4938_Portuguese_Journal_of_Behavioral_and_Social_Research" target="_blank" rel="noopener">ResearchGate</a> | <a href="https://www.scilit.net/journal/1888783" target="_blank" rel="noopener">Scilit </a></p> <p><strong>REGISTO PÚBLICO DOS REVISORES</strong>: <a href="https://publons.com/journal/60794/revista-portuguesa-de-investigacao-comportamental-" target="_blank" rel="noopener">Publons</a></p> <p> </p> <p style="text-align: center;"> </p> <p> </p> https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/article/view/323 Revisão sistemática da literatura acerca da precarização do trabalho do professor universitário 2024-02-13T17:09:56+00:00 Ádilo Lages Vieira Passos adilolp@hotmail.com Cássio Adriano Braz de Aquino brazaquino@ufc.br <div><strong><span lang="PT-BR">Contexto e Objetivo</span></strong><span lang="PT-BR">: Este estudo realizou uma revisão sistemática da literatura sobre a precarização do trabalho docente em Instituições de Ensino Superior (IES) privadas brasileiras, visando entender a relação entre as condições de trabalho e a saúde dos professores. <strong>Métodos</strong>: A revisão da literatura foi realizada sistematicamente </span><span lang="PT-BR">nas bases de dados Scielo, BVS-Psi, Pepsic, Lilacs, BVS-Brasil e Periódicos CAPES</span><span lang="PT-BR">. Foram incluídos estudos que abordavam as experiências de professores em IES privadas no Brasil. <strong>Resultados</strong>: Foram encontrados 256 estudos, dos quais seis foram retidos pelos critérios de pesquisa para síntese qualitativa. A análise dos seis estudos destacou que a precarização do trabalho é uma realidade persistente entre os docentes das IES privadas. Essa precarização é marcada por condições de trabalho deterioradas, incluindo contratos flexíveis, remuneração inadequada, sobrecarga de trabalho e perda de autonomia. Estas condições têm um impacto significativo na saúde mental e física dos professores, com prevalência de transtornos como depressão, ansiedade e outros problemas relacionados ao estresse ocupacional. <strong>Conclusões</strong>: Esta revisão sistemática identificou uma ligação direta entre a precarização laboral e a deterioração da saúde mental e física dos docentes em IES privadas. Os resultados sublinham a necessidade urgente de reformas nas políticas de gestão dessas instituições, visando a promoção de um ambiente de trabalho mais justo e sustentável que respeite a dignidade e o bem-estar dos professores.</span></div> 2024-05-20T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2024 Ádilo Lages Vieira Passos, Cássio Adriano Braz de Aquino https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/article/view/320 Cyberstalking nos relacionamentos românticos: revisão sistemática da literatura 2024-02-29T16:28:05+00:00 Anna Dhara Guimarães Tannuss anna.dhara@academico.ufpb.br Patrícia Nunes da Fonseca pnfonseca.ufpb@gmail.com Sara Janine Silva de Oliveira Souza sarasilva1232@gmail.com Lays Brunnyeli Santos de Oliveira lays_brunnyeli@hotmail.com <div> <div> <p class="Abstract"><strong><span lang="PT-BR">Contexto e Objetivo</span></strong><span lang="PT-BR">: </span><span lang="PT-BR">O <em>cyberstalking</em> nos relacionamentos românticos refere-se ao uso de tecnologias de informação e comunicação, como as redes sociais, para perseguir, ameaçar ou assediar um parceiro íntimo atual, anterior ou potencial. A presente revisão objetivou mapear os estudos empíricos sobre o fenômeno, fornecendo uma contextualização teórica e identificando correlatos potenciais. Considerando os impactos na saúde mental das vítimas, também se buscou identificar artigos que integrassem conceitos da psicologia. <strong>Métodos</strong>: Os artigos relevantes foram pesquisados sistematicamente nas bases de dados Portal Periódicos CAPES, Web of Science, PubMed, SciVerse Scopus e Embase de 2012 a 2021. A qualidade dos estudos foi avaliada. <strong>Resultados</strong>: Dos 2.556 arquivos identificados, 19 estudos atenderam aos critérios de elegibilidade. Dezesseis estudos apresentaram qualidade alta, indicando evidências robustas e baixo risco de viés, enquanto três estudos obtiveram qualidade moderada. Os estudos sugerem que a bidirecionalidade e as motivações subjacentes ao <em>cyberstalking</em> são moldadas por variáveis tecnológicas, socioculturais e individuais. Especificamente, essas motivações podem ser compreendidas através de variáveis sociodemográficas e teorias psicológicas. Ademais, constatou-se que as vítimas evitam denunciar o crime. Não foram encontradas contribuições sobre o papel do psicólogo no suporte às vítimas, agressores e à sociedade. <strong>Conclusões</strong>: De modo geral, espera-se que os achados possam orientar estratégias de intervenção nos âmbitos social, jurídico e virtual, a fim de mitigar comportamentos de perseguição, especialmente em estágios iniciais dos relacionamentos amorosos.</span></p> </div> </div> 2024-05-14T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2024 Anna Dhara Guimarães Tannuss, Patrícia Nunes da Fonseca, Sara Janine Silva de Oliveira Souza , Lays Brunnyeli Santos de Oliveira https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/article/view/319 Burnout em estudantes universitários e relação com o autoconceito e desempenho académico 2024-01-04T15:18:03+00:00 Célia Lucas celialucas1234567@gmail.com <div> <div> <p class="Abstract"><strong>Contexto</strong>: Com a prevalência crescente do <em>burnout</em> académico em estudantes universitários, torna-se essencial aprofundar a compreensão deste fenómeno em contextos educativos exigentes, visando melhorar a sinalização e intervenção. <strong>Objetivo</strong>: Investigar os níveis de <em>burnout</em> em estudantes universitários e as suas relações com variáveis sociodemográficas e académicas e examinar o impacto do <em>burnout</em> e do autoconceito e no desempenho académico numa amostra portuguesa. <strong>Métodos</strong>: Participaram 1122 estudantes universitários portugueses, com idades entre os 17 e 65 anos (<em>M</em> = 23,59), maioritariamente do sexo feminino (<em>n</em> = 850; 75,8%). Aplicaram-se um Questionário Sociodemográfico-Académico, o <em>Self-Description Questionnaire III</em> e o <em>Oldenburg Burnout Inventory – Student Version</em>. <strong>Resultados</strong>: Predominaram baixos níveis de <em>burnout</em>. As estudantes reportaram níveis inferiores de <em>burnout</em> e desempenho académico superior comparativamente aos homens. Embora se tenha observado uma diminuição de burnout com o avanço nos anos académicos (<em>r</em> = -0,13; <em>p</em>&lt; 0,01), verificou-se um aumento com a progressão da idade (<em>r</em> = 0,22; <em>p</em> &lt; 0,01). Áreas mais exigentes como Matemática e Estatística mostraram maiores níveis de exaustão emocional. Um autoconceito positivo associou-se a menores níveis de <em>burnout</em>. A Exaustão Emocional (β = 0,10; <em>p </em>&lt; 0,01) e o Distanciamento Emocional (β = 0,21; <em>p</em> &lt; 0,001) e o Autoconceito Académico (β = -0,52; <em>p</em> &lt; 0,001) revelaram-se preditores significativos do desempenho académico. <strong>Conclusões</strong>: O <em>burnout</em> e o autoconceito predizem o desempenho académico, sublinhando a necessidade de intervenções direcionadas que fortaleçam o autoconceito e mitiguem o <em>burnout, </em>de modo a promover um ambiente académico mais saudável.</p> </div> </div> 2024-05-07T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2024 Célia Lucas https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/article/view/337 Influência da relação resposta/reforço na persistência comportamental 2024-04-03T19:24:50+00:00 André Connor de Méo Luiz profandreluizpsi@gmail.com Myenne Mieko Ayres Tsutsumi myennetsutsumi@gmail.com Juliana Suemi Gomes Shirakawa juliana.suemigomes@gmail.com <div> <div> <p class="Abstract"><strong><span lang="PT-BR">Contexto: </span></strong><span lang="PT-BR">A Teoria do <em>Momentum</em> Comportamental propõe que a persistência comportamental resulta da relação estímulo-estímulo independentemente da relação resposta-estímulo. No entanto, estudos recentes indicam limitações nesta teoria, sugerindo que a persistência pode ser influenciada por variáveis adicionais não contempladas originalmente. <strong>Objetivo</strong>: Este estudo investigou a persistência em função do número de respostas emitidas por reforço obtido, especificamente a relação resposta/reforço (R/SR). <strong>Métodos</strong>: Experimentos 1 e 2: Estudantes universitários foram expostos a um esquema múltiplo com três componentes, cada um exigindo diferentes relações R/SR. Esses esquemas variavam a exigência de respostas para cada reforço, avaliando a persistência sob diferentes condições de R/SR. Experimento 3: Os participantes foram expostos a um esquema múltiplo com três componentes, onde cada componente operava sob um esquema tandem intervalo variável-razão fixa. Diferentes quantidades de respostas por reforço eram exigidas em cada componente. <strong>Resultados:</strong> Os resultados indicaram que, dentro dos parâmetros experimentais utilizados, a relação R/SR não afetou significativamente a persistência comportamental. <strong>Conclusões:</strong> Este estudo destaca a complexidade das variáveis envolvidas na persistência comportamental e a necessidade de ampliar a análise dessas variáveis. A relação R/SR é complexa, em codependência com outros aspectos do comportamento. Futuras pesquisas devem explorar os efeitos da relação R/SR na persistência comportamental através de uma linha contínua de investigação, composta por experimentos que controlem separadamente diversas variáveis comportamentais. Compreender essas interações pode transformar a abordagem científica à persistência comportamental, permitindo intervenções mais precisas e eficazes e contribuindo para avanços significativos em áreas como a educação, psicoterapia e modificação de comportamento.</span></p> </div> </div> 2024-05-20T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2024 André Connor de Méo Luiz, Myenne Mieko Ayres Tsutsumi, Juliana Suemi Gomes Shirakawa https://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/article/view/315 Longevidade saudável e equilíbrios dinâmicos do bem-estar, da dieta e da atividade física 2024-01-25T16:57:28+00:00 Albertina Lima Oliveira aolima@fpce.uc.pt Tiago Sousa tiago.j.r.s@gmail.com Manuela Alvarez alvarez@antrop.uc.pt <div> <div> <p class="Abstract"><strong>Contexto</strong>: A longevidade saudável resulta da interação dinâmica entre fatores ambientais, biológicos e psicossociais, como a saúde e o bem-estar subjetivos.<strong>Objetivo</strong>: Analisar como o bem-estar subjetivo, a saúde subjetiva, a atividade física e a dieta mediterrânica se relacionam com biomarcadores do envelhecimento e com o número de fármacos prescritos, e como variam em função de grupos diferenciados por idade, sexo e outras variáveis sociodemográficas. <strong>Métodos</strong>: Utilizou-se uma metodologia transversal não experimental envolvendo 290 pessoas, de 61 a 98 anos de idade, não institucionalizadas, residentes na Região de Coimbra. Os biomarcadores foram recolhidos de relatórios de análises clínicas e os restantes dados, demográficos, psicossociais e do estilo de vida, foram recolhidos através de questionários. <strong>Resultados</strong>: Verificou-se que o bem-estar subjetivo apresenta invariância em função da idade cronológica e do estado civil, mas não do sexo. A perceção da saúde revelou-se um fator diferenciador da satisfação com a vida, da afetividade negativa, dos sintomas depressivos e da perceção de suporte social, assim como dos biomarcadores fosfatase alcalina, triglicerídeos e HDL e do número de fármacos. A atividade física foi diferenciadora da sintomatologia depressiva, da rede social, do padrão alimentar, da fosfatase alcalina e do número de medicamentos. <strong>Conclusões</strong>: Destaca-se a estabilidade do bem-estar subjetivo ao longo da idade adulta avançada e observa-se que a maioria dos participantes até 79 anos considera-se de boa saúde. Recomendam-se ações que promovam os afetos positivos, a rede social e a prática de atividade física moderada a intensa, por se revelarem associados ao bem-estar e à saúde física e subjetiva.</p> </div> </div> 2024-05-06T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2024 Albertina Lima Oliveira, Tiago J. R. Sousa, Manuela Alvarez