Tipos de Artigos

 

7.1. Os artigos originais devem ser divididos em secções com os seguintes títulos principais: Introdução, Método (Participantes, Instrumentos, Procedimentos metodológicos, Procedimentos analíticos), Resultados, Discussão, Conclusão e Referências. Para os artigos originais (até 7000* palavras), podem ser seguidas as recomendações dos seguintes autores:

 

  • Bobenrieth, A. (2002). Normas para revisión de artículos originales en ciencias de la salud. International Journal of Clinical and Health Psychology, 2, 509-523. https://bit.ly/3lzp1CQ
  • Hartley, J. (2012). New ways of making academic articles easier to read. International Journal of Clinical and Health Psychology, 12, 143-160. https://bit.ly/2ZUgrHf
  • Willkinson, L. (1999). Statistical methods in psychology journals. The American Psychologist, 54(8), 594–604. https://bit.ly/3ry2ObZ

 

Nos artigos originais, os autores podem utilizar listas de verificação (checklists) para situações específicas:

  • CONSORT checklist e fluxograma para ensaios clínicos aleatorizados.
  • STARD checklist e fluxograma para estudos de precisão diagnóstica.
  • STROBE para estudos observacionais epidemiológicos.

 

7.2. Os estudos sobre instrumentos de medida são um subtipo dos Artigos originais que podem ser divididos em Justificação do estudo, Definição conceptual do constructo, Construção e avaliação qualitativa dos itens, Análise estatística dos itens, Consistência interna, Consistência temporal, Confiabilidade interjuízes, Forma alternativa, Validade convergente e Validade Interna. Este subtipo de artigo pode seguir as recomendações seguintes:

 

  • Carretero-Dios, H., & Pérez, C. (2005). Normas para el desarrollo y revisión de estudios instrumentales. International Journal of Clinical and Health Psychology, 5, 521-551. https://bit.ly/3lBIa73
  • Carretero-Dios, H., & Pérez, C. (2007). Standards for the development and the review of instrumental studies: Considerations about test selection in psychological research. International Journal of Clinical and Health Psychology, 7, 863-882. https://bit.ly/2ZSdMh4

 

7.3. Os estudos de meta-análise (até 9000 palavras*) podem seguir as recomendações seguintes:

 

  • Botella, J., & Gambara, H. (2006). Doing and reporting an meta-analysis. International Journal of Clinical and Health Psychology, 6, 425-440. https://bit.ly/3314Vej
  • Cafri, G., & Kromrey, J. D. (2010). A meta-meta-analysis: empirical review of statistical power, type I error rates, effect sizes, and model selection of meta-analyses published in psychology. Multivariate Behavioral Research, 45(2), 239–270. https://doi.org/bch4h5
  • Deeks, J. J., Higgins, J., & Altman, D. G. (2008). Analysing data and undertaking meta‐analyses. In J. P. T. Higgins & S. Green (Eds.), Cochrane handbook for systematic reviews of interventions: Cochrane book series (pp. 243–296). Wiley Online Library. https://doi.org/b3qvfn

 

Nos artigos de meta-análise, os autores podem utilizar as listas de verificação (checklists) seguintes:

  • MOOSE checklist e fluxograma para meta-análise.
  • PRISMA checklist e fluxograma para meta-análise.

 

7.4. Os estudos de revisão (até 9000 palavras*) poderão seguir as recomendações seguintes:

  • Sampaio, R. F., & Mancini, M. C. (2007). Estudos de revisão sistemática: um guia para síntese criteriosa da evidência científica [Systematic review studies: A guide for careful synthesis of the scientific evidence]. Revista Brasileira de Fisioterapia, 11(1), 83–89. https://doi.org/drnxm5

 

Nos artigos de revisão, os autores podem utilizar a lista de verificação (checklist) seguinte:

  • PRISMA checklist e fluxograma para revisões sistemáticas.

 

 

* Estes limites poderão ser ultrapassados se devidamente justificados.