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O registo no sistema e posterior acesso ou autenticação são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso.

 

Instruções para Autores

Os critérios de aceitação para os artigos são a qualidade e a originalidade da investigação, sendo estes parâmetros avaliados primeiramente pelos Editores. Caso indicado, os artigos são atribuídos ao Editor Adjunto ou ao Editor Convidado que coordena o processo de revisão por pares, que geralmente envolve a procura de dois revisores especialistas na área.

O Conselho Editorial reserva-se o direito de recusar material para publicação, sendo esse parecer comunicado no prazo máximo de um mês. A aceitação ou rejeição final cabe aos Editores. A menos que assim declarado, o material nesta revista não reflete necessariamente a opinião dos Editores ou do DI&D. Os editores não são responsáveis por qualquer erro de omissão ou por qualquer facto. A Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social dá primazia a artigos de investigação, mas aceita também outros tipos de manuscritos. Ver Tipos de Artigos para mais informação.

Os manuscritos devem seguir os requisitos indicados pelas normas da APA Style® detalhadas no Publication Manual of the American Psychological Association (6ª Ed.).

A submissão de artigos e documentação adicional pode ser feita na plataforma ou através do seguinte endereço eletrónico: investig@ismt.pt

 

Condições para Submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.

  1. A submissão de um manuscrito implica as seguintes condições:

    • que o trabalho respeitou a Declaração de Helsínquia da Associação Médica Mundial, que traduz as recomendações internacionais sobre investigação clínica, nomeadamente os princípios éticos para a investigação clínica envolvendo seres humanos, incluindo a investigação sobre dados e material humano identificáveis

    • que o trabalho não tenha sido publicado previamente (exceto na forma de um resumo, de uma apresentação num encontro científico, de parte de uma lição publicada, de uma tese académica, ou de uma pré-impressão eletrónica)

    • que não esteja em análise noutra publicação

    • que a publicação tenha sido aprovada por todos os autores e/ou pelas autoridades responsáveis onde o estudo ocorreu

    • que não seja publicado posteriormente noutro local, nem em outra versão semelhante, nem em outra língua, sem o consentimento da RPICS

    Neste sentido todos os autores devem assinar uma Declaração e enviá-la com o seguinte conteúdo:

    "Declaro que respeitei a Declaração de Helsínquia da Associação Médica Mundial que traduz as recomendações internacionais sobre investigação clínica, nomeadamente os princípios éticos para a investigação clínica envolvendo seres humanos, incluindo a investigação sobre dados e material humano identificáveis. Declaro que tive uma contribuição substancial para o manuscrito*. Declaro que aprovo a versão final do manuscrito. Declaro que o manuscrito não está sob revisão em qualquer outra revista, e que não foi publicado em parte ou no todo noutra revista. Declaro que o manuscrito não foi apresentado anteriormente [Se parte já foi apresentado noutro local, indique na página de titulo os autores, datas, título, local, páginas]. Declaro que o artigo é original e que todas as afirmações apresentadas como factos são baseados na investigação dos Autores, que se responsabilizam por elas. Declaro que o manuscrito, quer em parte quer no todo, não infringe nenhum copyright e não viola nenhum direito da privacidade. Declaro que não existe, da parte de qualquer dos Autores, conflito de interesses. Declaro que os Autores, ao submeterem o trabalho para publicação, concedem à Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social o direito de primeira publicação do artigo. [Seguem-se as assinaturas de todos os autores]" 

    * Os critérios para a definição de Autoria devem ser consultados em http://rpics.ismt.pt/index.php/ISMT/about/editorialPolicies#custom-2

  2. Preparação do manuscrito

    Os manuscritos devem seguir os requisitos indicados pelas normas da APA Style® detalhadas no Publication Manual of the American Psychological Association (6ª Ed.) e seguir o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990). Os artigos em língua inglesa devem seguir as regras gramaticais apropriadas. Os Editores e Revisores dão importância a estilo de escrita sucinta e clara e a tabelas bem organizadas. Os procedimentos estatísticos devem ser explicados claramente.

  3. Uso de processadores informáticos de texto

    O texto deve ser escrito no processador Word a uma coluna e o esquema deve ser simples. Não use tabulações, opções de alinhamento ou hifenização e não abuse de parágrafos ou listagens. Use, no entanto, o negrito, itálico, expoente, índice, etc. Note que a maior parte dos códigos de formatação serão removidos. Quando preparar as tabelas, se usar a grade de tabela, use somente uma grelha para cada tabela individual e não uma grelha para cada linha. Se não usar grelha, use as tabulações, e não espaços, para alinhar as colunas. Evite erros desnecessários, usando corretores ortográficos e gramaticais.

  4. Carta de Apresentação

    Cada manuscrito deve ser acompanhado por uma carta de apresentação com uma breve descrição do artigo em submissão e da sua relevância para os leitores prováveis da RPICS.

  5. Página de Título

    Esta página deve vir em documento em separado e deve conter:

    5.1. O título do artigo que deverá ser curto, informativo e conterá as principais palavras-chave. O título deve ser escrito em Português e em Inglês.

    5.2. Um título menor que servirá de cabeçalho e deverá ter menos de 40 palavras.

    5.3. A contagem total de palavras.

    5.4. Os nomes dos autores e respetivos graus académicos mais recentes.

    5.5. Afiliação (instituições respetivas ou local de emprego).

    5.6. Papel de cada autor na realização do trabalho.

    5.7. O nome, endereço, telefone e e-mail do autor responsável pela correspondência.

  6. Resumo

    O resumo deve ser subdividido nos subtítulos Objetivo, Métodos, Resultados e Conclusões e não devem ultrapassar as 300 palavras. O resumo deve ser fornecido também em Inglês.

    Objetivos: questões abordadas; principais objetivos

    Método: configuração, contexto, amostra, intervenções (se for o caso), medidas de resultados principais; para revisões forneça as fontes de dados e os critérios para a sua seleção.

    Resultados: principais achados.

    Conclusões: apenas as que se relacionam com os resultados, positivos e negativos, destacando limitações se for apropriado, e implicações do estudo; para revisões escreva as conclusões principais e as implicações práticas e de pesquisa.

    O resumo não deve conter abreviaturas ou referências bibliográficas.

  7. Palavras-chave

    Listar até seis palavras-chave por ordem alfabética depois do resumo. Estas palavras devem caracterizar optimalmente o trabalho e facilitar, quer a escolha do revisor, quer a pesquisa posterior do artigo na internet. Para as ciências comportamentais pode guiar-se pela tradução do MeSH (Medical Subject Headings) da National Library of Medicine) feita pela brasileira Bireme ou pelos descritores da UNESCO. A última palavra-chave deve ser o tipo de metodologia de pesquisa: estudo teórico, estudo descritivo através da observação, estudo de levantamento descritivo, experiência, quase-experiência, estudo ex-post facto, estudo instrumental, estudo qualitativo, meta-análise ou estudo de revisão.

    As palavras-chave devem também ser fornecidas em Inglês.

  8. Estrutura do artigo

    Todas as páginas devem ser numeradas. A contagem total de palavras inclui todo o texto do corpo do artigo (excluindo os dois resumos, as referências, as figuras e gráficos).

    O texto deve ser dividido em secções com os seguintes títulos principais: Introdução, Método (Amostra, Instrumentos, Procedimentos, etc.), Resultados e Discussão/Conclusão e Referências.

    8.1. Para artigos originais (até 7000* palavras), podem ser seguidas as recomendações dos seguintes autores:

    • Bobenrieth, A. (2002). Normas para revisión de artículos originales en ciencias de la salud. International Journal of Clinical and Health Psychology, 2, 509-523.

    • Hartley, J. (2012). New ways of making academic articles easier to read. International Journal of Clinical and Health Psychology, 12, 143-160.

    • Willkinson, L. (1999). Statistical methods in psychology journals. The American Psychologist, 54(8), 594–604.

    Nos artigos originais, os autores podem utilizar listas de verificação (checklists) para situações específicas:

    • CONSORT checklist e fluxograma para ensaios clínicos aleatorizados.

    • STARD checklist e fluxograma para estudos de precisão diagnóstica.

    • STROBE para estudos observacionais epidemiológicos

    8.2. Os estudos sobre instrumentos de medida são um subtipo dos Artigos originais que podem ser divididos em Justificação do estudo, Definição concetual do construto, Construção e avaliação qualitativa dos itens, Análise estatística dos itens, Consistência interna, Consistência temporal, Confiabilidade interjuízes, Forma alternativa, Validade convergente e Validade Interna. Este subtipo de artigo pode seguir as recomendações seguintes:

    • Carretero-Dios, H. e Pérez, C. (2005). Normas para el desarrollo y revisión de estudios instrumentales. International Journal of Clinical and Health Psychology,5, 521-551.

    • Carretero-Dios, H. e Pérez, C. (2007). Standards for the development and the review of instrumental studies: Considerations about test selection in psychological research. International Journal of Clinical and Health Psychology, 7, 863-882.

    8.3. Os estudos de meta-análise (até 9000 palavras*) podem seguir as recomendações seguintes:

    • Botella, J. e Gambara, H. (2006). Doing and reporting an meta-analysis. International Journal of Clinical and Health Psychology, 6, 425-440.

    • Cafri, G., e Kromrey, J. D. (2010). A meta-meta-analysis: empirical review of statistical power, type I error rates, effect sizes, and model selection of meta-analyses published in psychology. Multivariate Behavioral Research, 45(2), 239–270.

    • Deeks, J. J., Higgins, J., e Altman, D. G. (2008). Analysing data and undertaking meta‐analyses. Em J. P. T. Higgins e S. Green (Eds.), Cochrane handbook for systematic reviews of interventions: Cochrane book series (pp. 243–296). Wiley Online Library.

    Nos artigos de meta-análise, os autores podem utilizar as listas de verificação (checklists) seguintes:

    • MOOSE checklist e fluxograma para meta-análise.

    • PRISMA checklist e fluxograma para meta-análise.

    8.4. Os estudos de revisão (até 9000 palavras*) poderão seguir as recomendações seguintes:

    • Carretero-Dios, H. e Pérez, C. (2005). Normas para el desarrollo y revisión de estudios instrumentales. International Journal of Clinical and Health Psychology, 5, 521-551.

    Sampaio, R. F., e Mancini, M. C. (2007). Estudos de revisão sistemática: um guia para síntese criteriosa da evidência científica [Systematic review studies: A guide for careful synthesis of the scientific evidence]. Revista Brasileira de Fisioterapia, 11(1), 83–89.

    Nos artigos de revisão, os autores podem utilizar a lista de verificação (checklist) seguinte:

    • PRISMA checklist e fluxograma para revisões sistemáticas

    * Estes limites poderão ser ultrapassados se devidamente justificados.

     

  9. Análise Estatística

    Demonstre que os procedimentos estatísticos utilizados foram apropriados para testar as hipóteses do estudo, e que foram também corretamente interpretados.

    Os Níveis de Significância Estatística (p.e., p < 0,05; p < 0,01; p < 0,001) devem ser mencionados, ou, caso se aplique, os Intervalos de Confiança (amostragem não aleatória).

    O Tamanho do Efeito deve ser sempre indicado (p.e., d de Cohen, g de Hedges, Eta Quadrado, Tamanho do Efeito da Correlação). Para o seu cálculo e interpretação, podem ser seguidas as recomendações expressas no seguinte artigo: 

    Espirito Santo, H. e Daniel, F. (2015). Calcular e apresentar tamanhos do efeito em trabalhos científicos (1): As limitações do p < 0,05 na análise de diferenças de médias de dois grupos. Revista Portuguesa de Investigação Comportamental e Social, 1(1), 3-16. doi:10.7342/ismt.rpics.2015.1.1.14

  10. Abreviaturas

    As abreviaturas devem ser evitadas. Se o tiver de fazer, então indique no texto no momento da sua primeira utilização, depois não repita o nome por extenso.

  11. Tabelas e Quadros

    Use as tabelas para apresentar dados numéricos e os quadros para informação textual. Coloque cada tabela/quadro imediatamente a seguir à sua indicação no texto (p.e., Tabela 1). Numere cada tabela/quadro consecutivamente com algarismos árabes, na ordem em que são referidos no texto e legendadas devidamente. Ao serem referidos no texto, não duplique a informação. As/Os tabelas/quadros, seus títulos e seus rodapés devem ser auto-explicativos e não podem ultrapassar uma página. O padrão dos símbolos usados em rodapé é o seguinte: *, **, ***, †, ††, †††, ‡, ‡‡, ‡‡‡. Consulte as normas da APA para a formatação.

  12. Figuras e gráficos

    Envie cada ilustração em documento individual e em formato JPG (alta resolução — 300 dpi). As legendas devem vir num documento word em separado. Numere cada ilustração consecutivamente com algarismos árabes, na ordem em que são referidos no texto e legendadas devidamente. Figuras de outros trabalhos devem vir acompanhadas de permissão escrita dos seus autores.

  13. Referências

    Não inclua referências não publicadas. As referências de uma outra língua que não o Inglês devem ser traduzidas para Inglês (veja exemplos abaixo). O número máximo de referências é de 50 para os artigos originais e de 100 para os artigos de revisão/metanálise. O uso de programas informáticos para gestão de referências e sua formatação são recomendados, como por exemplo o Papers ou o EndNote®. O formato seguido pela RPICS é o indicado pela APA.

    Exemplos

    13.1. Capítulo de livro: Cunha, M. (2003). Estratégias de avaliação clínica na fobia social [Strategies for clinical evaluation in social phobia]. Em J. P. Gouveia (Ed.). Ansiedade social: Da timidez à fobia social [Social anxiety: From shyness to social phobia] (pp. 181-236). Coimbra: Quarteto.

    13.2 Artigo de Revista: Daniel, F. e Filipe, A. (2010). O corpo adolescente: contributos para a compreensão da sua representação [The adolescent body: Contribution to the understanding to its representation]. Psychologica, 52, 71-90.

    13.3. Publicações eletrónicas, autor organizacional: World Health Organization. (2009). Diabetes programme. Acedido em 1, maio, 2009, em http://www.who.int/diabetes/facts/en/index.html

    13.4. Teses e Dissertações: Barata, M. J. (2012). Identidade, autodeterminação e Relações internacionais: O caso do Saara Ocidental [Identity, self-determination, and International Relations: The case of Western Sahara]. Dissertação de doutoramento, Universidade de Coimbra, Coimbra.

  14. Agradecimentos

    No final do manuscrito pode reconhecer a colaboração de pessoas, grupos ou instituições (por apoio financeiro, por apoio na recolha de dados, auxílio técnico, etc.), e que não têm justificadas as suas inclusões como autores.

  15. Sugestão de revisor

    Envie, finalmente, um documento em word com os nomes de quatro revisores. Estes revisores não podem trabalhar na mesma instituição/departamento, ter relações próximas ou ter publicado como co-autor de qualquer um dos autores. Indique o nome, a instituição e o endereço electrónico de cada revisor potencial. As sugestões para os revisores não garantem que eles venham a ser, de facto, os revisores do artigo.

 

Declaração de Direito Autoral

Os autores conservam os direitos de autor e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.

 

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Taxas para Autores

Este periódico cobra as seguintes taxas aos autores

Submissão de artigo: 0,00 (EUR)
Os autores não têm de pagar qualquer taxa para submissão de artigos.

Publicação de Artigo: 0,00 (EUR)
Os autores não têm de pagar qualquer taxa para publicação dos artigos.