Sentimentos face ao futuro, necessidades percebidas e redes de suporte social de cuidadores informais de pessoas adultas com deficiência

Sónia Guadalupe, Élia Costa, Fernanda Daniel

Resumo


Objetivo. O aumento da esperança de vida das pessoas com deficiência e o envelhecimento dos seus cuidadores informais convocam-nos a refletir sobre os desafios que se perspetivam no presente e no futuro em torno da provisão dos cuidados. O estudo tem como objetivo caracterizar os sentimentos face ao futuro, as necessidades de apoio e a rede de suporte social de cuidadores informais de adultos com deficiência.

 

Participantes. Participaram no estudo 40 cuidadores informais, na sua maioria pais (67,5%) de adultos com paralisia cerebral, deficiência intelectual e multideficiência. Apresentam uma média de idades de 67,83 (DP = 11,47), tendo 72,5% 65 anos ou mais, são maioritariamente do sexo feminino (77,5%), casados (50%), reformadas/os (65%), e a maior parte integra famílias monoparentais (40%).

 

Métodos. Foi utilizado um inquérito por questionário e o Instrumento de Análise da Rede Social Pessoal (IARSP, Guadalupe, 2009), para avaliar as dimensões das redes.

 

Resultados. A conciliação entre trabalho e cuidar é feita com alguma dificuldade (40%), tendo 17,5% deixado de trabalhar, percebendo um nível de sobrecarga moderado (32,5%) e elevado (30%). A incerteza e a tristeza são os sentimentos negativos mais frequentes face ao futuro, sendo o positivo, a esperança. O apoio que atualmente mais referem necessitar é o económico, e no futuro é o apoio residencial. Estruturalmente, a rede social pessoal tem um tamanho médio de 6 membros, é composta maioritariamente por familiares (M = 74%) e apresenta uma densidade muito elevada. Funcionalmente, o apoio percebido como mais elevado é o emocional, sendo os restantes moderados, revelando reciprocidade e satisfação com a rede. A frequência de contactos entre os membros é elevada e há proximidade geográfica.

 

Conclusões. Emerge da realidade do envelhecimento nas famílias e cuidadores de pessoas com deficiência um conjunto de necessidades, dificuldades, restrições no apoio e riscos de vulnerabilização que merecem aprofundamento. A mobilização da provisão informal exige sincronização com uma provisão formal e coletiva que favoreça os direitos e bem-estar dos cidadãos que cuidam.

 




DOI: http://dx.doi.org/10.7342/ismt.rpics.2016.2.1.27

Palavras-chave


Deficiência; Cuidador Informal; Envelhecimento; Suporte Social; Serviço Social

Texto Completo:

PDF HTML XML

Referências


Aguado, A. L., Alcedo, M. A., Rozada, C., Gonzaléz, M., Real, S., & Fontanil, Y. (2010). Calidad de vida y necessidades percibidas de las personas con discapacidad intelectual en proceso de envejecimiento en Castilla y Leon: Avance de resultados. In M. A. Verdugo, M. Crespo & T. Nieto (Eds.), Aplicación del paradigma de calidad de vida. Colección Actas - VII Seminario de actualizacion metodológica em investigación sobre discapacidad SAID, 12 y 13 de abril de 2010 (pp. 117-135). Salamanca: Publicaciones del INICO. Retrieved from http://sid.usal.es/26212/8-1

Alves, J. P. (2013). “A (cui)dar está obrigado, aquele a quem hão (cui)dado”: Uma análise do cuidado familiar a partir do paradigma da dádiva. Oficina do CES. Retrieved from http://www.ces.uc.pt/publicacoes/oficina/ficheiros/7937_Oficina_do_CES_397.pdf

Arias, C. J. (2009). La red de apoyo social en la vejez. Aportes para su evaluación. Revista de Psicologia da IMED, 1(1), 147-158. doi:10.18256/2175-5027/psico-imed.v1n1p147-158

Asselt-Goverts, A. E., Embregts, P. J. C. M., & Hendriks, A. H. C. (2015). Social networks of people with mild intellectual disabilities: Characteristics, satisfaction, wishes and quality of life. Journal of Intellectual Disability Research, 59(5), 450-461. doi:10.1111/jir.12143

Asselt-Govets, A. E., Embregts, P. C. M., Hendriks, A. H. C., Wegman, K. M., & Teunisse, J. P. (2015). Do social networks differ? Comparison of the social networks of people with intellectual disabilities, people with autism spectrum disorders and other people living in the community. Journal of Autism and Developmental Disorders, 45(5), 1191–1203. doi:10.1007/s10803-014-2279-3

Baxley, D. L., Janicki, M. P., McCallion, P., & Zendell, A. (s.d.). Aiding older caregivers of persons with intellectual and developmental disabilities - A tool kit for state and local aging agencies. New York: Center on Intellectual Disabilities. Retrieved from https://www.alz.org/national/documents/aoagrant_tools_disabilities.pdf

Bento, V. C. P. (2008). Respostas sociais para o envelhecimento do indivíduo portador de deficiência mental (Master’s thesis). Retrieved from http://docplayer.com.br/6997626-Respostas-sociais-para-o-envelhecimento-do-individuo-portador-de-deficiencia-mental.html

Bigby, C. (2010). When parents relinquish care: informal support networks of older people with intellectual disability. Journal of Applied Research in Intellectual Disabilities, 10(4), 333-344. doi:10.1111/j.1468-3148.1997.tb00028.x

Bigby, C. (1998). Parental substitutes. The role of siblings in the lives of older people with intellectual disability. Journal of Gerontological Social Work, 29(1), 3-21. doi:10.1300/J083v29n01_02

Bigby, C. (2002). Aging people with a lifelong disability: Challenges for the aged care and disability sectors. Journal of Intellectual & Developmental Disability, 27(4), 231-241. doi:10.1080/1366825021000029294

Bigby, C. (2008). Known well by no-one: Trends in the informal social networks of middle-aged and older people with intellectual disability five years after moving to the community. Journal of Intellectual & Developmental Disability, 33(2), 148-157. doi:10.1080/13668250802094141

Bigby, C. (2009). Later life for adults with intellectual disability: A time of opportunity and vulnerability. Journal of Intellectual & Developmental Disability, 22(2), 97-108. doi:10.1080/13668259700033331

Bigby, C., Webber, R. B., & Mckenzie-Green, B. (2008). A survey of people with intellectual disabilities living in residential aged care facilities in Victoria. Journal of Intellectual Disability Research, 52(5), 404-414. doi:10.1111/j.1365-2788.2007.01040.x

Braithwaite, J., & Mont, D. (2009). Disability and poverty: A survey of world bank. Poverty assessments and implications. ALTER, European Journal of Disability Research, 3, 219-232. doi:10.1016/j.alter.2008.10.002

Caldwell, J., & Heller, T. (2003). Management of respite and personal assistance services in a consumer-directed family support programme. Journal of Intellectual Disability Research, 47(4–5), 352-367. doi:10.1046/j.1365-2788.2003.00496.x

Campo, J. A. B., Árias, M., Fernández, M. I. R., & Castro, F. V. (2007). Envejecimiento y discapacidad intelectual: La nueva etapa. INFAD Revista de Psicología [International Journal of Developmental and Educational Psychology], 2, 43-56. Retrieved from http://infad.eu/RevistaINFAD/2007/n2/volumen1/0214-9877_2007_2_1_43-56.pdf

Carvalho I. G. F. (2009). Famílias com filhos com deficiência mental (Master’s thesis). Retrieved from http://repositorio.ismt.pt/bitstream/123456789/195/1/TESE%20Isabel%20Guerra%20Freire%20de%20Carvalho.pdf

Carvalho, A. C. I. (2014). Processo de envelhecimento em adultos com dificuldades Intelectuais. Levantamento de necessidades (Master’s thesis). Retrieved from https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/27799/1/TESE_Ana%20Carvalho.pdf

Carvalho, M. I. L. B. (2005). Análise política de cuidados na velhice em Portugal. Políticas públicas e desenvolvimento social. Intervenção Social, 31, 163 – 192.

Connidis, I. (1997). Sibling support in older age. Journals of Gerontology, 49(6), 309–317. doi:10.1093/geronj/49.6.S309

Coyle, C. E., Kramer, J., & Mutchler, J. E. (2014). Aging together: Sibling carers of adults with intellectual and developmental disabilities. Journal of Policy and Practice in Intellectual Disabilities, 11(4), 302–312. doi:10.1111/jppi.12094

Costa, É. M. F. C. (2015). Rede social pessoal de cuidadores informais de adultos com necessidades especiais (Master’s thesis). Retrieved from http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/518

Daniel, F., Ribeiro, A. M., & Guadalupe, S. (2011). Recursos sociais na velhice: Um estudo sobre as redes sociais de idosos beneficiários de apoio domiciliário. In A. D. Carvalho (Ed.), Solidão e solidariedade: Entre os laços e as fracturas sociais (pp. 73-85). Porto: Edições Afrontamento.

Díaz, A. L. A., & Rodríguez, M. A. A. (2004). Necesidades percibidas en el proceso de envejecimiento de las personas con discapacidad. Psicothema, 16(2), 261-269. Retrieved from http://riberdis.cedd.net/bitstream/handle/11181/3080/Necesidades_percibidas_envejecimiento_personas_con_discapacidad.pdf?sequence=1&rd=0031275596861030

Díaz, A. L. A., & Rodríguez, M. A. A. (2004). Necesidades percibidas en el proceso de envejecimiento de las personas con discapacidad intelectual. Siglo Cero: Revista Española sobre Discapacidad Intelectual, 35(1), 5-19. Retrieved from http://hdl.handle.net/11181/3080

Diaz, A. L. A., Rodríguez, M. A. A., Martínez, B. A., & Ruiz, M. B. R. (s/d). Necesidades percibidas en el proceso de envejecimiento de las personas con discapacidad intelectual. Bilbao: Bizkaiko Foru Aldundia; Diputación Foral de Bizkaia; Gizarte Ekintza Saila - Departamento de Acción Social.

Dillenburger, K., & McKerr, L. (2010). ‘How long are we able to go on?’ Issues faced by older family caregivers of adults with disabilities. British Journal of Learning Disabilities, 39(1), 29-38. doi:10.1111/j.1468-3156.2010.00613.x

Doody, C. M., Markey, K., & Doody, O. (2013). Future need of ageing people with an intellectual disability in the Republic of Ireland: lessons learned from the literature. British Journal of Learning Disabilities, 41(1), 13-2. doi:10.1111/j.1468-3156.2011.00716.x

Gabinete de Estratégia e Planeamento (2013). Carta social: Rede de serviços e equipamentos. Lisboa: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Retrieved from http://www.cartasocial.pt

Ellison, C., White, A., & Chapman, L. (2011). Avoiding institutional outcomes for older adults living with disability: The use of community-based aged care supports. Journal of Intellectual & Developmental Disability, 36(3), 175–183. doi:10.3109/13668250.2011.597377

Fernandes, A. F. (2001). Velhice, solidariedades familiares e política social: Itinerário de pesquisa em torno do aumento da esperança de vida. Sociologia, Problemas e Práticas, 36, 39-52. Retrieved from http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0873-65292001000200003

Ferreira, C. G. (2009). O adulto com deficiência mental e a sua família: A questão do envelhecimento (Master’s thesis). Retrieved from http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/1343/2/PG_16496.pdf

FFMS (2014). Censos da população em Portugal; Nascimentos e Fecundidade em Portugal; Indicadores de envelhecimento em Portugal; Famílias em Portugal. PORDATA – Estatísticas, gráficos e indicadores de Municípios, Portugal e Europa. Retrieved from http://stats.oecd.org

Fontes, F. (2009). Pessoas com deficiência e políticas sociais em Portugal: Da caridade à cidadania social. Revista Crítica de Ciências Sociais, 86, 73-93. Retrieved from https://journals.openedition.org/rccs/233

Fontes, F. (2013). Políticas de deficiência em Portugal: Breve caracterização. 1ª Série de 2013 de artigos de opinião. Plataforma Barómetro Social. Retrieved from http://barometro.com.pt/archives/915

Forster, S. (2010). Age-appropriateness: Enabler or barrier to a good life for people with profound intellectual and multiple disabilities? Journal of Intellectual and Developmental Disability, 35(2), 129-131. doi:10.3109/13668251003694606

García, P. S. (2014). Calidad de vida y necessidades percebidas en personas com discapacidad intelectual que envejecen (doctoral dissertation). Retrieved from http://digibuo.uniovi.es/dspace/bitstream/10651/31116/1/TD_PatriciaSolis.pdf

Gonçalves, C. (2003). Enquadramento familiar das pessoas com deficiência: Uma análise exploratória dos resultados dos Censos 2001. Revista de Estudos Demográficos, 33, 69-94. Retrieved from http://www.inr.pt/uploads/docs/recursos/2013/Censos

Guadalupe, S. (2009). Intervenção em rede. Serviço social, sistémica e redes de suporte social. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.

Guadalupe, S. (2011). A família de pessoas com necessidades especiais e redes sociais. Revista Diversidades, 32, 6-8. Retrieved from http://www02.madeira-edu.pt/Portals/5/documentos/PublicacoesDRE/Revista_Diversidades/dwn_pdf_IntervencaoSocial_32.pdf

Guadalupe, S. (2012). A intervenção do serviço social na saúde com famílias e em redes de suporte social. In M. I. L. B. Carvalho (Ed.). Serviço social na saúde (pp. 183-217). Lisboa: Pactor, Lidel.

Guadalupe, S., Daniel, F., Testa-Vicente, H., & Monteiro, R. (in press). Redes sociais pessoais e trajetórias de envelhecimento: Uma perspetiva etária e de género (título provisório). In H. Espírito-Santo & F. Daniel (Eds.). Trajetórias do envelhecimento: Perspetivas teóricas, empíricas e clínicas (título provisório). Coimbra.

Gil, A. (2009). Conciliação entre vida profissional e vida familiar: O caso da dependência. Lisboa: Gabinete de Planeamento | Núcleo de Estudos e Conhecimento, Instituto da Segurança Social. Retrieved from http://www.seg-social.pt/documents/10152/135827/conciliacao_vida_profissional_familiar/2d308149-a66d-4075-bbaa-2eb95869c677

Guhur, M. L. P., & Guhur, J. V. M. (2012). O envelhecimento de pessoas com deficiência mental e os desafios para famílias e instituições socioeducativas: Um estudo exploratório descritivo. Passo Fundo, 9(3), 316-329. doi:10.5335/rbceh.2012.048.

Heller, T. (2008). Report of the state of the science in aging with intellectual disabilities: Charting lifespan trajectories and supportive environments for healthy community living symposium. Disability and Health Journal, 1(3), 127-130. doi:10.1016/j.dhjo.2008.04.001

Heller, T., & Factor, A. (1991). Permanency planning for adults with mental retardation living with family caregivers. American Journal on Mental Retardation, 96(2), 163-176.

Heller, T., & Factor, A. (2008). Family support and intergenerational caregiving: Report from the State of the Science in Aging with Developmental Disabilities Conference. Disability and Health Journal, 1(3), 131- 135. doi:10.1016/j.dhjo.2008.04.004

Heller, T., Caldwell, J., & Factor, A. (2007). Ageing family caregivers: Policies and practices. Mental Retardation and Developmental Disabilities Research Reviews, 13(2), 136-142. doi:10.1002/mrdd.20138

Ho, E., James, N., Brown, I. Firkowska-Mankiewicz, A., Zasępa, E., Wołowicz, A., & Wapiennik, E. (2013). Family quality of life of Polish families with a member with intellectual disability. Journal on Developmental Disabilities, 19(2), 36-41. Retrieved from http://oadd.org/wp-content/uploads/2013/01/Pages_from_41016_JoDD_19-2_36-41_Ho_et_al.pdf

Hogg, J., Lucchino, R., Wang, K., Janicki, M. P., & Working Group (2000). Healthy ageing - adults with intellectual disabilities: Ageing & social policy. Journal of Applied Research in Intellectual Disabilities, 14(3), 229-255. doi:10.1046/j.1468-3148.2001.00067.x

Hole, R., Stainton, T., & Wilson, L. (2013). Ageing adults with intellectual disabilities: Self-advocates' and family members' perspectives about the future. Australian Social Work, 66(4), 571-589, doi:10.1080/0312407X.2012.689307

Innes, A., McCabe, L., & Watchman, K. (2012). Caring for older people with an intellectual disability: A systematic review. Maturitas, 72(4), 286-295. doi:10.1016/j.maturitas.2012.05.008

Instituto Nacional de Estatística (2002). Censos 2001 — Análise de população com deficiência: Resultados provisórios. Destaque do INE. Lisboa, Portugal: INE. Retrieved from https://www.novamente.pt/media/estatisticas/novamente_estatisticas_Censos2001_populacao_deficiencia.pdf

Instituto Nacional de Estatística (2012). Saúde e incapacidades em Portugal 2011. Destaque do INE. Lisboa, Portugal: INE. Retrieved from https://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=149447974&att_display=n&att_download=y

Instituto Nacional de Estatística (2012). Censos 2011 — Destaque do INE. Lisboa, Portugal: INE.

Instituto da Segurança Social, I.P. (2012). Site institucional. Retrieved from http://www4.seg-social.pt

Irazábal, M., Marsà, F., García, M., Gutiérres-Recacha, D., Martorell, A., Salvador-Carulla, L., & Ochoa, S. (2012). Family burden related to clinical and functional variables of people with intellectual disability with and without a mental disorder. Research in Developmental Disabilities, 33(3), 796-803. doi:10.1016/j.ridd.2011.12.002

Kampert, A., & Goreczny, A. (2007). Community involvement and socialization among individuals with mental retardation. Research in Developmental Disabilities, 28(3), 278-286. doi:10.1016/j.ridd.2005.09.004

Kamstra, A., van der Putten, A. A. J., & Vlaskamp, C. (2015). The structure of informal social networks of persons with profound intellectual and multiple disabilities. Journal of Applied Research in Intellectual Disabilities, 28(3), 249-256. doi:10.1111/jar.12134

Lin, J. D., Wu, C. L., Lin, P. Y., Lin, L. P., & Chu, C. M. (2011). Early onset ageing and service preparation in people with intellectual disabilities: Institutional managers’ perspective. Research in Developmental Disabilities, 32(1), 188-193. doi:10.1016/j.ridd.2010.09.018

Lippold, T., & Burns, J. (2009). Social support and intellectual disabilities: A comparison between social networks of adults with intellectual disability and those with physical disability. Journal of Intellectual Disability Research, 53(5), 463–473. doi:10.1111/j.1365-2788.2009.01170.x

Lozano, E. B. (2006). Envejecimiento y discapacidad: Una aproximacion al caso español desde la perspectiva del bienestar social. Portularia, VI(1), 67-78. Retrieved from http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=161016087006

McCallion, P. (2006). Older adults as caregivers to persons with developmental disabilities and/or physical disabilities. In B. Berkman & S. D’ Ambruoso (Ed.), Handbook of social work in health and aging (pp. 363-370). Oxford: Oxford University Press.

Medeiros, M. & Diniz, D. (2004). Envelhecimento e deficiência. In A. M. Camarano (Ed.), Os novos idosos brasileiros: Muito além dos 60? (pp. 107-120). Rio de Janeiro: IPEA.

Meléndez-Moral, J. C., Tomás-Miguel, J. M., & Navarro-Pardo, E. (2007). Análisis de las redes sociales en la vejez através de la entrevista Manheim. Salud Pública de México, 49(6), 408-414. Retrieved from http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0036-36342007000600007

Mirfin-Veitch, B., & Beasley, D. (2003). Relationships and adults with an intellectual disability. Review of the literature prepared for the National Advisory Committee on Health and Disability to inform its project on services for adults with an intellectual disability. Wellington: Institute National Advisory Committee on Health and Disability (National Health Committee). Retrieved from http://www.donaldbeasley.org.nz/assets/Uploads/publications/NHC-Relations.pdf

Mithen; J., Aitken, Z., Ziersch, A., & Kavanagh, A. M. (2015). Inequalities in social capital and health between people with and without disabilities. Social Science & Medicine, 126, 26-35. doi:10.1016/j.socscimed.2014.12.009

Mitra, S., Posarac, A., & Vick, B. (2011). Disability and poverty in developing countries: A snapshot from the world health survey. World Bank Social Protection and Labor Unit, Human Development Network. Retrieved from http://hdl.handle.net/10986/27369

Néri, M. C., & Soares, W. L. (2004). Idade, incapacidade e o número de pessoas com deficiência. Revista Brasileira de Estudos de População, 21(2), 303-321. Retrieved from https://www.rebep.org.br/revista/article/view/274

Organização Mundial de Saúde (2012). Relatório mundial sobre a deficiência 2011 [World report on disability 2011]. São Paulo: SEDPcD. Retrieved from http://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/44575/9788564047020_por.pdf;jsessionid=626B129DB0CA63D3A98C2A174C1222F1?sequence=4

Orsmond, G., & Seltzer, M. (2000). Brothers and sisters of adults with mental retardation: Gendered nature of the sibling relationship. American Journal on Mental Retardation, 105(6), 486-508. doi:10.1352/0895-8017(2000)105<0486:BASOAW>2.0.CO;2

Paúl, M. C. (2005). Envelhecimento activo e redes de suporte social. Sociologia, 15, 275–287. Retrieved from http://ojs.letras.up.pt/index.php/Sociologia/article/view/2392

Pegoraro, C., & Smeha, L. N. (2013). A experiência da maternidade na velhice: Implicações do cuidado ao filho com deficiência intelectual. Barbarói, 39, 235- 254. doi:10.17058/barbaroi.v0i39.3268

Peralta, A. R., Neto, S. G., & Marques, M. (2013). (Des)envelhecer com qualidade. Lisboa: FENACERCI, Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social. Retrieved from https://www.fenacerci.pt/web/publicacoes/fenacerci/brochura_fenacerci.pdf

Pinto, P. C. (2013). O envelhecimento das pessoas com deficiência: Problemáticas e perspetivas na ótica do serviço social. In M. I. Carvalho (Ed.). Serviço social no envelhecimento (pp. 123-136). Lisboa: Pactor.

Portugal, S. (2011). Dádiva, família e redes sociais. In S. Portugal & P. H. Martins (Eds.), Cidadania, políticas públicas e redes sociais (pp. 39-54). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.

Ribeirinho, C. (2012). Apoio domiciliário no século XXI: A urgência de fazer a diferença - Respostas ao envelhecimento a esperança de uma melhor qualidade de vida. AFID Diferença, 16, 16-17. Retrieved from https://www.afid.pt/wp-content/uploads/afid_dif_16.pdf

Rodriguez, P. (2003). El envejecimiento de las personas con discapacidad (crónica de un congreso). In P. Rodriguez, A. L. Aguado & A. Carpintero (Eds.), Discapacidad y envejecimiento: Investigación y alternativas de intervención en el proceso de envejecimiento de las personas con discapacidad (pp. 15-37). Madrid: Escuela Libre Editorial.

Rodriguez, P. (2003). El envejecimiento de las personas con discapacidad [editorial]. Revista Española de Geriatría y Gerontologia, 38(5), 246-250. doi:10.1016/S0211-139X(03)74894-X

Rolland, J. S. (2000). Familias, enfermedad y discapacidad. Una propuesta desde la terapia sistémica. Barcelona: Gedisa.

Rosa, D. (2004). Uma reflexão sobre o envelhecimento da pessoa com deficiência. Revista Pretextos (ISS), 17, 8-10. Retrieved from http://www.seg-social.pt/documents/10152/63443/revista_pretextos_17/15e63341-ec1e-46ef-939a-ec08ce5ceca9

Rosa, F. D., & Denari, F. E. (2013). Trabalho, educação e família: Perspetivas para a pessoa com deficiência intelectual. Revista Educação Especial, 26(45), 73-90. doi:10.5902/1984686X4842

Scorgie, K., & Sobsey, D. (2000). Transformational outcomes associated with parenting children who have disabilities. Mental Retardation, 38(3), 195-206. doi:10.1352/0047-6765(2000)038<0195:TOAWPC>2.0.CO;2

Seltzer, M. M., Krauss, M. W., Walsh, P., Conliffe, C., Larson, B., Birkbeck, G., ... Choi, S. (1995). Cross-national comparisons of ageing mothers of adults with intellectual disabilities. Journal of Intellectual Disability Research, 39(5), 408-418. doi:10.1111/j.1365-2788.1995.tb00545.x

Silva, A. M. F. F. S. (2012). O cuidador informal da pessoa com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais: Perspetivando a intervenção do serviço social. Intervenção Social, 40, 109-124. Retrieved from http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/is/article/view/1211

Sluzki, C. E. (1996). La red social: Frontera de la practica sistemica. Barcelona: Gedisa

Sousa, L., Figueiredo, D., & Cerqueira, M. (2004). Envelhecer em família: Os cuidados familiares na velhice. Porto: Âmbar.

Sousa, R., & Franco, V. (2012). A investigação sobre a transição para a vida adulta e envelhecimento na população com deficiência intelectual. International Journal of Developmental and Educational Psychology, INFAD: Revista de Psicología, 3(1), 281-289. Retrieved from http://dehesa.unex.es/handle/10662/3711

UNRIC (s/d). Alguns factos e números sobre as pessoas com deficiência. Centro Regional de Informação das Nações Unidas. Retrieved from http://www.unric.org/pt/actualidade/5456

Weeks, L. E., Nilsson, T., Bryanton, O., & Kozma, A. (2009). Current and future concerns of older parents of sons and daughters with intellectual disabilities. Journal of Policy and Practice in Intellectual Disabilities, 6(3), 180-188. doi:10.1111/j.1741-1130.2009.00222.x

Werner, S., Edwards, M., Baum, N., Brown, I., Brown, R., & Isaacs, B. J. (2009). Family quality of life among families with a member who has an intellectual disability: An exploratory examination of key domains and dimensions of the revised FQOL Survey. Journal of Intellectual Disability Research, 53(6), 501-511. doi:10.1111/j.1365-2788.2009.01164.x

Widmer, E., Kempf-Constantine, N., Robert-Tissot, C., Lanzi, F., & Caminati, G. (2008). How central and connected am I in my family? Family-based social capital of individuals with intellectual disability. Research in Developmental Disabilities, 29(2), 176-187. doi:10.1016/j.ridd.2007.02.005.

Yamaki, K., Hsieh. K., & Heller, T. (2009). Health profile of aging family caregivers supporting adults with intellectual and developmental disabilities at home. Journal of Intellectual and Developmental Disability, 47(6), 425-435. doi:10.1352/1934-9556-47.6.425.


Apontadores

  • Não há apontadores.


Copyright (c) 2016 Sónia Guadalupe, Élia Costa, & Fernanda Daniel

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.

 

 

 


Links rápidos para

Autores

Registe-se como novo autor

Acompanhe o estado das suas submissões

Submeta um novo manuscrito

Atualize os detalhes no seu perfil

Consulte as diretrizes para os autores

Definição de Autoria

 

Links rápidos para

Revisores

 

Registe-se como novo Revisor

Visão geral de uma revisão em curso

Atualize os detalhes no seu perfil

Processo para realizar revisões

Diretrizes adicionais